Introdução
O Freepik apresentou o Spaces durante a Upscale Conference, em Málaga, marcando uma virada: de um gigantesco banco de recursos para um ambiente colaborativo onde equipes criativas podem explorar ideias, prototipar e produzir conteúdos — com IA integrada — sem sair do ecossistema Freepik.
O que é o Freepik Spaces?
O Spaces é uma área de trabalho visual colaborativa com “boards” compartilhados, vitrines de projetos e ferramentas de IA para acelerar a criação de vídeos a partir de fotos, imagens geradas por IA e prompts. A promessa é centralizar etapas que antes exigiam várias ferramentas, com a perspectiva de, no futuro, incluir recursos tradicionais de edição de vídeo.
Por que o Freepik Spaces chama atenção
Interface leve e colaboração fluida
- Layout limpo e responsivo.
- Colaboração em tempo real com colegas entrando no mesmo board.
- Agrupamento, cópia e compartilhamento de “nós” (nodes) para organizar fluxos.
Pequenos detalhes que dão velocidade
- Recurso de “auto-tidy” para alinhar nós automaticamente e manter o board organizado.
- Inserção de prompts diretamente no fluxo para melhorar os resultados com IA.
- Troca e adição rápida de imagens de referência.
Em um mercado disputado, o que diferencia o Freepik?

Há muitas soluções surgindo com “espaços infinitos” e colaboração em tempo real — de Figma e Canva a Runway, Simplified e o Firefly Boards da Adobe. O trunfo do Freepik é a base: milhões de assets, templates e recursos já integrados ao dia a dia dos criativos. O Spaces parece uma extensão natural do que seus usuários já fazem: descobrir, adaptar e publicar.
Para quem o Spaces faz mais sentido?
- Designers e equipes que já experimentam IA e querem acelerar storyboard, moodboards e protótipos de vídeo.
- Times que precisam centralizar assets, referências e anotações em um só lugar, mantendo consistência visual.
- Estúdios e freelancers que já usam o acervo do Freepik e desejam reduzir trocas entre apps.
Limitações e o que vem pela frente
- Se você ainda é cético sobre IA, o Spaces por si só talvez não mude sua visão — mas a profundidade de recursos e a integração com o acervo pode diminuir atritos.
- Edição de vídeo tradicional ainda não está presente, mas há sinalização de que pode chegar, consolidando o Freepik como um “one-stop shop” criativo.
Como começar com o Freepik Spaces
- Crie um board e defina o objetivo (ex.: conceito de campanha social).
- Importe referências do acervo do Freepik e materiais próprios.
- Estruture o fluxo em nós (brief, referências, roteiro, cenas).
- Use prompts de IA para gerar variações visuais e rascunhos de cenas.
- Colabore em tempo real com seu time, documentando decisões.
- Exporte os resultados e alinhe com sua pipeline (ex.: edição final fora da plataforma, se necessário).
Conclusão
O Freepik Spaces dá um passo além do “banco de recursos” e abraça o trabalho criativo como um processo colaborativo e contínuo. Para quem já vive dentro do ecossistema Freepik, a curva de adoção tende a ser curta — e o ganho de velocidade, imediato.
Fonte: Creative Bloq — Freepik revela Spaces
FAQ (Schema-ready)
Q: O Freepik Spaces já tem editor de vídeo completo?
A: Ainda não. Hoje o foco está em boards colaborativos e ferramentas de IA para gerar vídeos a partir de imagens e prompts. Edição tradicional pode chegar no futuro.
Q: Em que o Spaces é diferente de Figma/Canva/Runway?
A: O diferencial é a integração nativa com o vasto acervo do Freepik, facilitando transformar referências e templates em entregas dentro do mesmo ambiente.
Q: Posso colaborar em tempo real?
A: Sim. Colegas podem entrar no board simultaneamente, organizar nós, trocar referências e iterar com IA no mesmo fluxo.
Q: É útil se eu não uso IA?
A: O Spaces é mais valioso para quem usa IA no dia a dia. Se você não usa, ainda pode se beneficiar dos boards e organização, mas o ganho principal vem da IA integrada.